preto-e-branco

O silêncio

 

O tempo do silêncio se quebrou
Esperado há anos, sigilo se acabou
As regras foram deslacradas
Agora é uma reviravolta, leis condenadas

Foi-se há era do silêncio
Escuto sirenes, cidadão receoso
Não coloque pressão sobre mim
Nada de pressão, nós não estamos afim

Agora sou mal, por ser certo fui desnecessário
Estou fora do normal afrente do adversário
Hoje mais caos do que liberdade
Mas sobreviveremos com a Verdade